Educação e criatividade

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Há um vídeo, com alguns anos de existência, no TED Talks, que ainda merece ser visto por todos nós. É uma conferência sobre a criatividade e a educação. Nele, o conferencista diz que a escola atual mata a criatividade e que a arte deve ter a mesma importância que a matemática e a linguagem. Vale a penar ver e rever. No site oficial o video pode vir acompanhado de legenda em diversos idiomas, dentre os quais em português.

A volta para casa / Back to our home

Depois de 37 dias em Dublin, estamos de volta em casa. A viagem de volta foi bem cansativa, mas tranquila. O voo da KLM é excelente, com ótimo serviço de bordo, pessoal simpático e gentil. Foi 1 hora de viagem de Dublin para Amsterdam e quase 12 horas de Amsterdam até São Paulo. Mas o pior foi esperar mais de 1 hora para conseguir pegar as bagens no aeroporto de Guarulhos.

After 37 days in Dublin, we are back in home. The trip went tiring, but good. The KLM flight is good with excelent service and nice and gentle staff. The trip was 1 hour from Dublin to Amsterdam and almost 12 hours from Amsterdam to São Paulo. The worst was to wait for the luggage more than 1 hour when we arrived in the airport.

No outro dia ainda sentíamos como se estivéssemos dentro do avião. Era uma sensação estranha, mas não era ruim. No outro dia pegamos um voo de São Paulo para João Pessoa e, enfim, chegar em casa.

The day after flight we feeling yet like inside the airplane. Was a strange feeling, but didn’t bad. At night we flew to João Pessoa.

Chegamos com saudades de tudo e de todos. Foram 2 dias para começar a por as coisas em dia e começar a trabalhar no que está acumulado pelo longo período longe.

We arrived feeling missing of everything and everybody. There were 2 days to start put things on a day and start to work on that is accumulated.

Paraíba se equipara em homicídios a Bogotá na Colômbia

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Texto de Almir Laureano

Estimados Pazeadores (as)

O nosso Estado da Paraíba está quase equivalente a Bogotá, Capital da Colômbia, no número de homicídios no ano passado (2011) e olha que na Colômbia é a terra da cocaína e tem uma guerra civil permanente (FARC).

Proporcionalmente, a violência está bem menor que no nosso estado.

Mas, mesmo assim, estão implementando campanha pelo desarmamento, como um instrumento de política pública em segurança com objetivo de diminuir as mortes estúpidas que acontecem todos os dias.

Aqui na Paraíba e principalmente em João Pessoa, temos tentado de todos os modos, convencer nossas autoridades em dar uma maior atenção a campanha pelo desarmamento e ajudar a diminuir o número que para a Paraíba, é algo jamais esperado. Precisamos sim, fazer valer o desarmamento.

O problema é que nunca focamos a dificuldade nas armas e sim na desigualdade social e agora mais recentemente o crack que virou moda como justificativa para toda á violência que estamos vivendo, claro que a droga de maneira geral influiencia muito, mas se os nossos irmãos em humanidade que vivem na miséria e na pobreza, tivessem, de algum modo, como pagar o vício, não estariam morrendo todos os dias, pois a classe média e alta consomem drogas muito mais, mas como pode pagar, não são vítimas de armas de fogo que tiram todos os dias, nossa juventude socialmente vulnerável.

Sabemos que apenas tirar arma de circulação,  não estará acabando com a violência.  Mas, elas  não alcançarão tão facilmente os que vivem à margem e ainda por cima correndo o risco a cada minuto de ver a sua vida ceifada, porque de algum modo teve contato com o mundo das drogas.

Não venham me dizer que a maioria das mortes só ocorre entre  bandidos, pois não é verdade, a maioria absoluta, são usuários que foram de algum modo alcançado pelos traficantes. Pelo crime organizado, que vivem da miséria alheia, isso, devido a não terem tido educação e vivendo em famílias que não tiveram também uma oportunidade de mudar a realidade perversa em que vivem, divido ao fosso social em que estão obrigados a viverem.

Tirem as armas de circulação, seja pela apreensão pela polícia, seja pela entrega voluntária e veremos que os conflitos serão resolvidos de modo diferenciado. Temos convicções disso, quanto menos armas, menor será o número de morte por armas de fogo, que é a modalidade das mortes ocorrida em nosso estado, como do resto do mundo.

Será que dá prá gente ficar parado, esperando a morte chegar?” (Raul Seixas).

Paz Pela Paz

Almir Laureano
Movpaz
Rede Desarma Brasil

Uma looooonga caminhada / A loooong walk

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Ontem decidimos conhecer o Zoo de Dublin. Fizemos quase uma hora de caminhada para chegar e Clarice dormiu o percurso todo. O zoo fica num enorme parque chamado Phoenix Park, que tem 350 anos de fundação e tem 707 hectares. Ufa!!!

Yesterday we decided to know the Dublin Zoo. We did almost one hour of walk to get to the Zoo and Clarice slept all the way. The Zoo is located in a park called Phoenix Park wich was founded 350 years before and has 707 hectares.

Fotos / Photos

Parque Phoenix / Phoenix Park

Parque Phoenix / Phoenix Park

Um dos jardins do parque / One of the park`s garden

Em frente ao Zoo / In front of the Zoo

Amely e Clarice no Zoo / Amely and Clarice in the Zoo

Panda Vermelho / Red Panda

Matheus & Clarice

Clarice Pinguim / Penguin Clarice

Chimpanzés / Chimpanzees

Clarice e o Tigre / Clarice & the Tiger

Clarice, Amely e o Macaco Aranha / Amely, Clarice and the Spider Monkey

Uma quadro de Michelangelo… precisa mais? A painter by Michelangelo… needs more?

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Nosso passeio de ontem foi fazer caminhos diferentes pela cidade. Primeiro, fomos a uma galeria de ciência do Trinity College e vimos o final de uma exposição sobre a água e a lojinha de produtos científicos lúdicos.

Our yesteday ride was to do differents ways around the city. Firtly, we went to a science gallery of the Trinity College and we saw the end of an exhibition about water and the scientific recreational shop.

Depois fomos à Galeria Nacional. Lá encontramos a pintura mais impressionante que vimos, pessoalmente, em nossas vidas: A Prisão de Cristo de Michelângelo Caravaggio. Ele mesmo: o renascentista. Já vimos diversas pinturas de Van Gogh, de Picasso, Monet. Mas os que eu já vi não me impressionaram tanto quanto esse de Michelângelo. E acho que ainda não vi nada na vida. Eu já conhecia o quadro pelos livros, mas nada se compara em estar em frente a ele. A galeria tem muitos outros quadros fantásticos e lindos. A entraga é grátis.

After this, we went to National Gallery. There we found the most incredible painter that we saw, personaly, in our lifes: The Taking of Christ by Michelangelo Caravaggio. We have seen many paints by Van Gogh, Picasso, Monet, etc. But none impressed us than this paint by Michelangelo and I think that I didn’t yet see nothing in my life. I knew this paint from books, but nothing compares to be in front of it. The gallery has many others paints and is free.

Ao sair, fomos ao Museu de Cera. Foi legal. Lá tem personagens da história da Irlanda, da ciência, personagens infantis e músicos e personagens famosos, como U2, Elvis, Mestre Yoda, Madonna e outros.

When leaving, we went to Wax Museum. It was Fun. There are persons of the Irish History, from science, from cartoon and musicians and cinema famous persons, like U2, Elvis, Master Yoda, Manodda and others.

Para terminar, fomos jantar num restaurante em que a decoração era sobre motos (Harley Davidson e outras). Era um lugar que aceitava crianças, pois os bares e pubs não aceitam. A comida legal, com preços compatíveis com os daqui da Irlanda (em João Pessoa comeríamos melhor com preço mais em conta). Enfim o dia foi longo e muito bom.

To finish, we went to dinner in a restaurant wich decoration is about motorcycles (Harley Davidson and others). It’s a good place, because aceppt children. Good food with compatible prices from Ireland (in João Pessoa we have been eaten better and cheaper). So the day was long and good.

As fotos / The Photos

Igreja / Church

Outra Igreja / Other Church

Clarice em frente a loja da Galeria Nacional / Clarice in front of National Gallery shop

The National Gallery

Angélica no Museu de Cera / Angélica in Wax Museum

Hannibal de cera / Wax Hannibal

Amely e Smeagol / Amely and Smeagol

Angélica e o Coringa de cera / Angélica and Wax Joker

Clarice, Amely e U2 de cera / Clarice, Amely and wax U2

Clarice, Dino & Barney

Clarice & Bob The Builder (O Construtor)

Clarice, Harry Potter e o Sapo (Frog)

Eu, Yoda e Anakin

ThunderRoad Café

Angélica experimentando Guinness / Angélica trying Guinness

Curiosidades – Parte I / Curiosities – Part I

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Este post é dedicado às curiosidades

Muitos bêbados - É frequente vermos algumas pessoas bêbadas andando pela cidade, especialmente às sextas-feiras.

Drunkers – Frequently we saw some drunkers around streets of the city, specially on Frydays.

Mendigos - Como a cidade é dividida por um rio, em todas as pontes que andamos havia pelo menos um sem teto pedindo dinheiro. Eles ficam sentados, num frio grande, com uma caneca exposta.

Beggars – The city is divided by a river, in all bridges there beggars, siting with a cup extended

Motorista do lado direito – O primeiro impacto, não é o frio, mas ao sentar no carro e ver que a direção é do lado direito, sentimos uma estranheza grande. Andar na frente do lado esquerdo então, é muito estranho. Até hoje estranhamos os carros andando nas ruas pelo lado “contrário”.

The driver side in the car – The first impact is not cold, but when we siting in the car and we saw that steering wheel is on right side, was a big suprise for us. Go in front and the left side is very strange. Despite being a few days ago, it is strangely, and the cars in the left side on the streets.

Aqui em Dublin é inverno, então amanhce quase 8 da manha e anoitece pouco mais de 4 da tarde

In Dublin is winter, so dawns almost in 08:00 am and the sunshine is in 04:30 pm.

Amanhecer / Dawn

Tem um açougue aqui que vende peles de animais também.

Has a butchery wich sells animals skin too.

Carnes e peles / meats and skins

Depois acrescentaremos mais curiosidades.

Then add more curiosities.

Passeio pelo Parque Stephen`s Green/ Walking around Stephen`s Green Park

Como prometido, a partir de agora, os posts serão bilíngues.

Like promised, now the posts will be bilingual.

Hoje nós fomos ao Parque Stephen`s Green, que no domingo passado chegamas as 16:00h e estava fechando. Antes de chegarmos ao parque, vimos um movimento na rua O`Connell, acho que era sobre liberdade de culto. Não paramos para ver, apesar de ser pacífico.

Today we went to Stephen`s Green Park, wich last Sunday went at 16:00h and was closed. Before this, we saw a movement at O`Connell Street, about freedom of cult. We didn’t stop, despite be peaceful.

Hoje Chegamos cedo e conseguimos passear. É um parque muito grande, com lago e brinquedos para crianças e muita área verde para brincar e caminhar. Além disso, foi o dia que sentimos mais frio aqui em Dublin. Acho que é porque o parque é aberto.

Today we went early and we can walk. Is a big park, with lake and toys for children and a green area to play and walk. Moreover, was the day wich we feel more cold in Dublin. I think is because the park has a lot of space open.

Agora, as fotos / Now, the photos:

Protesto na rua O`Connell / Protest on O`Conell St

Lago do parque / Park`s lake

Clarice, Amely e Angélica ao lado do lago / Clarice, Amely and Angélica beside lake

Angélica, Clarice e eu/ Angélica, Clarice and me

Clarice, eu e Amely / Clarice, me and Amely

Visão do lago / Lake`s view

Visão da área central do parque/View from central area of the park

Árvore / Tree

Aproveitando o sol para tirar uma photo mais bonita / Enjoying the sun to take a more beautiful photo

Clarice no brinquedo do parquinho / Clarice in playground

Aproveitando o parque / Enjoy the park

As aulas começaram e a moleza acabou!!!

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As aulas começaram. Estão sendo ótimas. A escola é muito boa, os professores são excelentes, a estrutura também, mas o mais interessante é que estamos em contato com diversas culturas. Na nossa sala da manhã, tem 3 mulheres e 1 homem da Arábia Saudita, um japonês, uma italiana, 2 cazaques e nós brasileiros. Tinham dois outros brasileiros, mas foram somente na primeira aula.

É ao mesmo tempo bom para aprender sobre as culturas e ruim, pois essa diversidade faz com que cada um traga um sotaque característico de sua cultura. Então para entender o que eles dizem em inglês é muitas vezes bem difícil.

Outra coisa que percebemos é que o exame (IELTS) a qual vamos nos submeter é muito difícil. Alguns que estudam conosco não conseguiram atingir a média que a universidades deles pedem na primeira prova e a universidade que queremos ir pede uma nota bem mais alta da deles. Então estamos super apreensivos e dedicados no estudo, para ver se conseguimos chegar lá.

Contudo, a vida segue em Dublin e aos poucos vamos postando mais fotos.

Peço licença aos meus amigos para escrever os próximos posts em duas línguas (português e inglês), para ir treinando e poder compartilhar com os colegas daqui do curso.

Até lá.

Uma semana em Dublin. Avaliação e novos desafios

Estamos há uma semana em Dublin. Nesta segunda-feira começou nosso curso de inglês, o motivo de nossa vinda para cá. Nestes sete dias de adaptação, conhecemos pouco a cidade, andamos bastante e, agora estamos nos acostumando com o sotaque inglês daqui. Não é fácil. Os nativos falam rápido demais, os estrangeiros que moram aqui, falam com o sotaque característico de seu país de origem. Então entender o que indianos, paquistaneses e poloneses falam não é fácil. Em cada loja ou caixa de supermercado percebe-se que se trata de um estrangeiro, não somente pelas feições, mas principalmente pelo sotaque.

Além da língua, o frio. Para quem saiu em pleno verão nordestino, enfrentar, 4, 3 e 2 graus não é nada fácil. Ainda bem que estamos num ótimo apartamento, garimpado pelo pessoal da Ready For You (organização educacional de intercâmbio), em que é quente e confortável, além de ser muito bem localizado.

Isso tudo sem contar a adaptação ao fuso horário. Aqui são 3 horas na frente do horário do Brasil (sem horário de verão), mas o sol somente nasce lá pelas 07:30h da manhã e está se põe, nesta época de inverno, as 16:20h. As lojas fecham às 18:00h ou 19:00h, mesmo em shoppings. No começo acordávamos tarde e dormíamos tarde. Agora temos que acordar cedo, pois temos aulas as 09:00h.

Uma das coisas positivas é que descobri que Dublin é uma cidade cosmopolita, em que as diversas culturas estão presentes nas ruas, nos rostos, nas atrações artísticas e nos prédios. Além das diversas igrejas cristãs, vemos muitos muçulmanos, hare krisna, hindus e sei da existência até de centro espírita por aqui. Apesar de não ter enormes prédios, é uma cidade muito movimentada de dia e agitada a noite. O fluxo turístico é enorme e as escolas de idioma movimentam a economia da cidade.

Bom, estamos sobreviendo e adorando a cidade, ao mesmo tempo que estamos com saudades de nossa casa, família e amigos. Agora, com o curso, penso que o tempo vai passar rápido demais e já já estaremos de volta. Agora é tempo de curtir as aulas, a cidade e tudo o que ela pode nos oferecer.

Dublin amanhecendo

O céu cinza de Dublin visto por entre as belas árvores de inverno.

O Rio Liffey e suas diversas pontes.

A movimentada rua dos Pubs.

Eita que hoje fez calor em Dublin

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Esse domingão foi o dia mais quente até agora. Tão quente que resolvemos tomar sorvete. Fomos numa gelateria que ficamos sabendo num blog sobre Dublin. Uma gelareria italiana. Hum!!! Imaginem o sorvete. Tem uma consistência e um sabor. Hum!!! Está mais que recomendado para quem visitar Dublin.

A gelateria fica na Gatfon st, a rua de compras mais conhecida de Dublin. Nela há uma loja da Disney, onde você encontra roupas, bichos de pelúcia, fantasias, brinquedos e outras coisas, tudo com a temática dos desenhos da Disney e da Pixar. Clarice fez a festa, andando pela loja.

Neste dia, íamos visitar o Stephen`s Green Park, mas quando chegamos lá, o guarda estava fechando, em plena 4 horas da tarde, de um domingo. Já viu isso? Outro dia voltaremos lá para dar um passeio.

Seguem as fotos do passeio de domingão:

Potinho da Gino`s

 

A prova material de que tomamos sorvete com 10°C...

 

...e sem usar luvas. Depois a mão começou a doer.

 

Clarice na loja Disney Dublin, olhando o espelho mágico.

 

Visão noturna

Vikings

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Pensamos em ir ao zoológico hoje. Contudo, quando vimos o preço, desistimos. Conhecemos o zoo de São Paulo, de Buenos Aires, de Gramado e de João Pessoa, a Bica (hehehe), então, depois de ver que gastaríamos R$ 120,00 para uma visita ao zoo, desistimos. Pensamos em deixar para o final da viagem, caso sobre bastante grana, o que duvido.

Então, hoje fomos tirar fotos pela cidade, passamos em frente a Catedral e visitamos a Viking Experience: um museu moderno sobre a invasão e influência viking em Dublin e no mundo, como também a história da Dublin medieval. Bem legal. Gastamos R$ 50,00 para fazer essa visita. Fazer o que, se ganhamos em Real e gastamos em Euro.

Seguem as fotos:

Na varanda do apartamento

Numa das tantas pontes da cidade

Vista de um dos rios que corta a cidade

Catedral. Fundada em 1030. Somente!

Entre a Catedral e o Museu Viking

Dentro do museu

A Viking Experience mostra até como eles faziam suas obras (com direito som).

Cada um com sua teoria!

Guerreira!

Outra guerreira

Thor! Depois da aposentadoria e de tanto jogar dominó. kkkkkkk

Dublin Castle, Temple Bar e outros

O dia de ontem foi todo nublado e chuvoso. Aquela garoa fraquinha, mas persistente. Mesmo assim encaramos o desafio de andar no frio (que estava mais ameno) com a goroa molhando o rosto. Afinal, se formos esperar pelo sol de João Pessoa, ficaremos todos os dias no apartamento sem sair para canto algum.

Apesar dessa garoa, Clarice dormiu durante o passeio, já que ela estava no conforto de seu carrinho protegido. Como dissemos, os passeios se dividem em antes e depois da compra do carrinho. Fica a dica para quem for viajar no inverno com criança pequena.

Então, o passeio desta sexta-feira de garoa persistente foi no Dublin Castle que fica bem no centro da cidade, na Old Dublin. Pelo que entendi da guia do passeio, trata-se um castelo que foi do Reino Unido, até a proclamação da república da Irlanda em 1922, em que sete signatários foram os responsáveis por isso.

É uma bela construção, em que inspira tranquilidade, com um jardim imenso e lindo, bem no centro movimentadíssimo da cidade.

Depois retornamos pela região do Temple Bar e suas ruelas movimentadas e recheadas de restaurantes, bares e cafés. Esta região tem esse nome devido ao bar homônimo criado pelo William Temple, salvo engano.

Bom, vamos as fotos desse passeio.

Clarice dormindo no passeio

Parte externa do castelo

Clarice dormindo à espera do tour pelo castelo

Chegando para visitar o castelo

Angélica em frente a torre do castelo

Em frente a torre do castelo

Jardim do castelo, visto de um dos quartos

Um dos tantos lustres do castelo

Uma das cavernas do castelo

Na caverna

Uma das ruas da região do Temple Bar

Em frente a um restaurante típico

Um dos lados do famoso Temple Bar

A compra da viagem

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Os passeios em Dublin podem ser divididos em: antes do carrinho e depois do carrinho.
Depois de ver tantas crianças andando em carrinhos e protegidas por uma capa plástica, resolvemos comprar um carrinho para poder passear mais com Clarice, sem que ela sofra tanto com o frio no rosto. Era uma dúvida danada, pois ela não foi acostumada a andar muito de carrinho. Como ela deu os primeiros passos cedo, com 9 meses, pouco usamos o carrinho dela.
Mas resolvemos arriscar e ver como ela se comportava. Foi maravilhoso. Ela não deu trabalho, ela amou andar no carrinho, quentinho e confortável, vendo todo o movimento da rua passando perto dela. Andamos por umas duas horas seguidas, mas ela só pediu para comer  e beber um pouco nesse passeio todo.
Andar com o carrinho no centro da cidade é tranqüilo, todas as calçadas tem rampas de acesso, não há batentes entre calçadas, são todas niveladas por rampas, não por batentes e ainda são um pouco lisas, em que o carrinho não fica trepidando o tempo todo. Foi muito bom.
Hoje fomos ao Trinity College, a maior e mais famosa universidade da Irlanda, construída em 1592. Lá resolvemos tirar Clarice do carrinho para tirar fotos, mas ela reclamou bastante e quis voltar logo para o quentinho, ou seja, daqui pra frente as fotos dos passeios também não serão tão alegres pois Clarice estará no carrinho.

Além disto passamos por alguns prédios importantes e passamos em frente à escola que eu e Amely vamos estudar e chegamos à catedral, mas já era mais de 16:30h e nesta época o sol se põe cedo em Dublin e Clarice já estava com fome.
Amanhã vamos andar mais. Com o carrinho vai ser bem melhor para Clarice e para os nossos braços.

As fotos de hoje:

Nossa aquisição em uso

 

Passeio mais tranquilo

 

Interior do Trinity College

 

Amely, Clarice e Angélica no arco do Trinity College

 

Clarice saindo do carrinho e não gostando. Ainda no Trinity College

 

Banco Nacional. Fica em frente à entrada principal do Trinity College

 

Na catedral

Igrejas, jardim e muito frio

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Quando chegamos em Dublin, Gabriel, o responsável por nos pegar no aeroporto, disse que aqui o que mais tem é igreja. E é verdade. Parece a cidade de Goiana, em Pernambuco. Num raio de 200 metros, 3, 4 igrejas. Até agora tem a mesma estrutura arquitetônica, meio gótica. Só que as que fomos hoje estavam fechadas para visitação.

Além das igrejas, fomos numa galeria de arte, Dublin Gallery of Art, cujo principal artista é o Francis Bacon, não o filósofo, mas infelizmente não pudemos tirar foto dentro da galeria e esquecemos de tirar em frente dela.

No final do passeio passamos pelo Garden of Remembrance, jardim dedicado a todos que lutaram pela liberdade na Irlanda. Lá diz que é um lugar de reflexão. É muito lindo. Infelizmente não pudemos fazer muitas reflexões, pois o frio não deixava.

Depois fomos num pequeno shopping aqui da esquina e Clarice se divertiu bastante com os brinquedos de lá.

Abaixo as fotos de hoje. Amanhã faremos mais passeios e postaremos mais fotos.

Preparando Clarice para passear

 

Até parece uma criança que vai para o internato

 

Uma das tantas igrejas que passamos hoje

 

No Garden of Remembrance

No Garden of Remembrance com muito frio

Fofa demais

A motorista

Fazendo farra com a tia

Um dia comum em Dublin

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O segundo dia em Dublin foi para acordar tarde. Eu fui o único que acordou cedo, tipo 07:30h (04:30h no Brasil), os demais acordaram 10:00h (07:00h no Brasil), mas fui o único que teve uma noite mais tranquila, com Clarice perturbando Angélica (elas dormem no mesmo quarto) e Amely. Eu acordei poucas vezes e dormi melhor.

Na varanda do apartamento

Então, ao acordar decidimos arrumar as coisas e fazer umas compras básicas no supermercado. Como disse, estamos super bem localizados, perto de três supermercados, de uma feira livre e alguns mercadinhos. Então pudemos fazer uma pequena pesquisazinha.

Num deles, LIDL encontramos um brasileiro, melhor, conversamos, pois encontrar brasileiro é só olhar de lado, e ele nos falou que o TESCO (outro supermercado)  tem uma promoção todos os dias, depois das 18:00h, de coisas que estão perto da data do vencimento. Produtos que são 2 Euros, ficam a 50 centavos. Mas ele disse que tudo acaba logo. Eu fui lá dar uma conferida depois das 19:30 e ainda tinha algumas coisas, tipo creme de leite a 37 centavos. Outro dia vou mais cedo ver se tem mais coisa legal para comprar. Vale dizer que nenhum supermercado daqui lhe dá sacola para por as compras. Ou você leva a sua ou compra uma lá, que custa 34 centavos, de plástico grande e resistente. De tecido, vi por 2 Euros.

Clarice no Supermercado

Saldo dessa manhã de adaptação: almoçamos as 15:20h. Clarice almoçou mais cedo.

Almoço: Frango com legumes e Arroz

Depois do almoço e do soninho de Clarice, fomos dar um pequeno passeio. Fomos na famosa Penneys, que é uma loja tipo a Riachuelo, sendo que os produtos são muito mais baratos. Compramos uns 2 Gorros, 3 pares de luvas e dois macacões de frio para clarice, tudo deu 11 euros. O frio está muito grande na rua, então demos mais algumas voltas pelo centro e voltamos para comer e dormir.

Fazendo compras

Passeio pelo calçadão

Com mamãe e titia no calçadão

Amanhã vamos dar um passeio mais turístico. Conhecer alguma coisa. Ainda não decidimos onde.

A chegada em Dublin

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Depois de uma viagem longa São Paulo/Amsterdã/Dublin, finalmente chegamos. o último e mais difícil passo para chegar a Dublin é passar pela imigração. O Agente de Imigração que fomos atendidos é um senhor com cara de poucos amigos. Não sei se por está trabalhando no primeiro dia do ano, mas como eles são acostumados a trabalhar em qualquer dia da semana, é porque ele é assim mesmo. Deve ser até seu papel, não ser simpático, mas criterioso.

A primeira pergunta foi: o que vieram fazer em Dublin? Dissemos que iríamos fazer um curso. Ele disse que ninguém vai fazer um curso com a família, dando a entender que estávamos enganando ele e iríamos morar lá. Dissemos que tíamos como provar que iríamos mesmo fazer um curso, mas ele disse que quem decide se entraríamos ou não no país era ele e não a escola. Fiquei com raiva, mas tive que controlar. Foi então que ele perguntou a quantia que levávamos e quando respondemos a quantia, então ele começou a mudar de conversa.

O Agente tirou foto de todos, para registrar e disse que liberaria, sendo que seria a última vez que entraria nós entraríamos no país para estudar levando a família. Repetiu “ninguém vem estudar trazendo a família”. Perguntou diversas vezes até quando ficaríamos no país e dissemos que seria até o dia 5 de fevereiro. Então ele repretiu várias vezes também que se passássemos desse dia, nunca mais entraríamos no país. Isso é de praxe para todos os países.

O mais constrangedor de tudo isso é que a fila toda fica olhando para você. Infelizmente isso faz parte da imigração para todos os países. Os EUA são bem piores e com certeza não entraria.

Ao passarmos pela imigração fomos pegar as malas e elas eram as únicas na esteira, pois todos os passageiros do nosso voo já tinham passado pela imigração e ficamos por último.

Depois de passado o susto, a pessoa que nos esperava, Gabriel, foi explicando que eles estão liberando mais brasileiros porque o Brasil está bem visto no exterior e tem fama de gastar muito dinheiro no país que visita, diferentemente de outros estudantes e turistas que gastam quase nada. Gabriel deu um exemplo de que os visitantes das Ilhas Maurícius só podem entrar com um depósito antecipado de 8.000,00 Euros. Isso mesmo. Absurdo e xenófobo, mas são as regras deles para evitar imigração ilegal. O Brasil deve ter as suas para alguns países. Não sei se rígidas desta forma, mas deve ter.

Chegamos em Dublin, o que a primeira impressão foi de andar num carro em que o motorista fica do lado direito do carro, assim como na Inglaterra. Sentei no banco do passageiro da frente e logo entranhei e as primeiras ruas também foi estranho estar do lado esquerdo e não dirigir.

Depois, a impressão da cidade é que é bem limpa e organizada. Chegamos num domingo, primeiro dia do ano, então tinha pouco movimento. Quando saímos do carro, aí vimos que estava frio mesmo. Saímos de uma temperatura em torno dos 31 ⁰C, para 4 ⁰C. O impacto foi grande, mas fomos todos bem preparados.

Chegamos ao apartamento alugado bem no centro da cidade, onde fica perto de tudo e podemos fazer muitas coisas caminhando. A primeira coisa foi procurar comida e dar comida a Clarice. O apartamento é todo mobiliado, tem cama, sofá, mesa, dois quartos, cozinha completa, com pratos, talheres, microondas, fogão, geladeira, torradeira, lavadora de pratos, enfim, não falta nada, inclusive lavadora e secadora de roupas. Só precisaremos da comida para a manutenção diária. Como estamos no meio de tudo, tem um supermercado em frente, uma conveniência em baixo, um Burguer King e uma McDonalds em 50 metros, então não seria problema para se virar num domingo, primeiro dia do ano, como podem ver nas fotos.

Amely dando comida para Clarice na sala do apartamento

Primeira janta em Dublin

Hoje é que começaremos a explorar mais a cidade, nos próximos posts vou inserir mais fotos.

A viagem para Dublin

Chegamos em Dublin. As primeiras impressões são excelentes, mas vamos deixar para o próximo post. Agora vou relatar como foi a viagem:

Seguimos para o aeroporto bem cedo. Chegamos por volta das 17:00 e o voo seria as 21:00. Foi muito bom chegar cedo, pois evitamos muitas filas grandes e fizemos tudo sem pressa. Apesar de a moça do Check-In ter sido um pouco confusa, mas como não tinha fila, foi tranquilo. Antes de chegar em Dublin iríamos trocar de avião em Amsterdã, para depois pegar um voo da Aer Lingus para o destino final.

Chegamos ao portão de embarque com cerca de 45 minutos de antecedência do embarque, o que facilitou em muito. Clarice só queria andar no aeroporto. Era uma aventura, já que o movimento estava grande e ela andando por entre as pessoas, parando para brincar com outras, ou seja, fazendo a maior bagunça no portão de embarque.

A primeira surpresa é que a tripulação do nosso voo passou por nós vestindo um óculos 2012, já que romperíamos o ano em pleno ar. Durante o voo tivemos uma primeira comemoração de passagem de ano, de acordo com o horário da europa, no qual foi servido Champagne a quem quis, e outra comemoração foi na hora da virada do Brasil.

A tripulação da KLM é muito simpática e mais descontraídas do que a tripulação que normalmente vemos pelas companhias aéreas do Brasil. O serviço de bordo é excelente. Além da janta, tem diversos lanches durante a noite, como amêndoas e sorvete, além do que qualquer passageiro pode ir à “cozinha”, que fica lá atrás e servir a vontade, do que estiver disponível.

O maior desafio do voo quem passou foi Amely. Como vocês podem ver pela foto, para comer e ir ao banheiro era sempre uma complicação. Mas nossa pequenina dormiu o voo quase todo. Apesar de o voo ter sido na classe econômica, os assentos são melhores que dos voos domésticos do Brasil e com mais espaço.

A dificuldade de comer no avião com uma criança dormindo no colo

Ao chgar em Amsterdã, fui ver os tickets para Dublin, quando veio a confirmação de que a mulher do Check-In da Air France no Brasil era um pouco complicada: além de colocar Angélica como mãe de Clarice e não Amely, emitiu 2 bilhetes para Angélica e nenhum para Amely. Fomos ao balcão da KLM e com rapidez o engano foi desfeito.

Estávamos pronto para ir a Dublin.

Amanhã, quando descansar, postarei a chegada em Dublin. Não foi fácil, mas deu tudo certo.

Chegada em São Paulo e os preparativos para Dublin

Essa viagem vai ser de muitos desafios. Não somente pela distância e pelo tempo que ficaremos fora, mas por, principalmente levarmos uma criança com 1 ano de idade para um lugar frio, muito frio. A máxima em Dublin para Janeiro é de 8 ⁰C e a minima pode chegar a zero.

A nossa decisão foi de vir para São Paulo, dormir na casa de Alice (minha cunhada) e somente no dia seguinte viajar para Dublin. Pensamos que seria menos cansativo para Clarice. Se fôssemos de João Pessoa para Dublin direto seria 24h de viagem. Saindo de São Paulo a viagem será de 15 horas. Ou seja, 9 horas a menos de avião, conexões e aeroportos lotados.

Ao chegar em São Paulo, encontramos o tempo fechado. Hoje, ao acordar, o tempo continuava fechado e 21 ⁰C ao meio dia, com garoa constante, em pleno verão. Isso em João Pessoa seria o fim do mundo. Mas serve de preparativo para não sair dos 35 ⁰C de nossa cidade direto para 6 ⁰C de Dublin.

Vista de São Paulo em 31/12/2011

As malas foram pequenas, com exceção da de Clarice. A média de peso foi de 14Kg, sendo que em na minha mala e na de Amely tinha brinquedos de Clarice. Além de uma bolsa de mão com comida e brinquedos para que a estadia no avião seja mais tranquila.

Hoje a tarde teremos outra maratona no aeroporto rumo à Dublin, antes de chegarmos lá faremos uma conexão em Amsterdã.

Amanhã atualizo o blog para dizer como foi a viagem.

Nos preparativos para Dublin

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Estamos nos preparando para fazer uma viagem longa. Iremos a Dublin, a terra dos Duendes, para fazer um curso de Inglês preparatório para o IELTS (International English Language Testing System), para poder fazer doutorado em países de língua inglesa.

Todo o desafio está justamente em fazer essa viagem com Clarice. Antes, nossas viagens eram como aventuras, em que às vezes nem hotel tínhamos 2 dias antes de chegar numa cidade, mas agora tem que ser diferente. E está diferente. Já estamos com quase tudo pronto. Só está faltando arrumar a mala.

Vamos romper o ano de 2011, rumo a 2012 no avião. Nosso voo sai 21:30 do dia 31 de dezembro e chega as 14:40 em Dublin. Mais um desafio: passar tanto tempo dentro de um avião com Clarice. Com toda energia que ela tem, não vai ser fácil. Mas deverá ser interessante. Assim espero.

Bom, esse post é somente para avisar que vamos atualizar o blog, como um diário de bordo, durante a viagem toda, então o mês de janeiro deve ser movimentado por aqui.

Aproveitem para comentar e perguntar qualquer coisa. O que pudermos fazer, faremos.

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